domingo, 1 de junho de 2014

Evangelho de hoje - Mt 28,16-20

Evangelho - Mt 28,16-20
Toda a autoridade me foi dada
no céu e sobre a terra.
Conclusão do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 28,16-20
Naquele tempo:
16Os onze discípulos foram para a Galiléia,
ao monte que Jesus lhes tinha indicado.
17Quando viram Jesus, prostraram-se diante dele.
Ainda assim alguns duvidaram.
18Então Jesus aproximou-se e falou:
'Toda a autoridade me foi dada no céu e sobre a terra.
19Portanto, ide e fazei discípulos meus todos os povos,
batizando-os em nome do Pai
e do Filho e do Espírito Santo,
20e ensinando-os a observar tudo o que vos ordenei!
Eis que eu estarei convosco todos os dias,
até ao fim do mundo'.
Palavra da Salvação.

A missa na História do Mundo

Nosso olhar de fé nunca será bastante largo nem profundo para compreender a Missa. E por isso temos o dever de fazer tudo para não reduzir nossa visão aos limites de nossas mesquinhas concepções humanas. A Missa é um mistério de fé. Ela está no centro de nosso destino e do destino do mundo. Ela é para o cristão a fonte única por onde lhe vem a salvação, por ela, cada dia, Cristo salva o Universo e a Humanidade.

O que é missa para você?

Uma longa cerimônia que só serve para aborrecê-lo?

Um hábito sociológico de que você não ousa desembaraçar-se?

Um peso necessário para tranquilizar a consciência?

Ou ainda:

A ocasião de um repouso benfazejo para o recolhimento e a reflexão?

Um "exercício de piedade" como todos os outros?

O que é que você faz na missa?

Observa o padre que é seu amigo, ou de quem você não gosta?

Fica ouvindo o canto, condenando ou admirando o desenrolar da "cerimônia?"

Fica olhando a maneira de ser e a roupa dos assistentes?construir_o_homem_menor

Você "medita", fica impressionado pelo sermão, ou "aproveita para rezar", ou pode acontecer também que você compreenda um pouco a missa, porque se acostumou a participar dela, mas: você fica decepcionado se o padre Fulano não a celebra, porque "ele a reza melhor que… ", você prefere a igreja ou aquela capelinha porque você "parece" que nem assistiu a missa quando…

Assim, em graus diversos os homens rebaixam o Santo Sacrifício da Missa ao nível de uma cerimônia puramente humana, ou então fazem dela uma "devoção" como as outras, a fim de alimentar sua piedade pessoal.

Você se esquece de abrir o estojo que contém a joia.

Você passa ao lado do ESSENCIAL.

Você pensa, julga e se comporta como um homem entre as coisas humanas. Ora, na missa, você é o homem divinizado, o filho de Deus, que deve celebrar e realizar toda a Igreja; a Ação Central da História Humana, a volta da Criação inteira para o Pai pelo Sacrifício Supremo de Jesus Cristo Redentor, Homem Deus.

Na missa, você está em pleno mistério de fé.1

Tempo do Espírito Santo!

O sexto domingo do tempo pascal é muito sugestivo, porque ele já tem um gostinho de despedida de Jesus. Jesus veio do Pai e retorna para o Pai. Mais ele avisou que enviaria uma maneira, pela qual, ele ascendendo ao céu, a sua presença seria sentida entre os homens e mulheres que peregrinam neste mundo: a presença dos dons do Espírito Santo.

Contra todo o desânimo e desesperança humana Jesus consola e enche de ânimo aos seus discípulos, dirigindo-lhes pela sua Palavra de Salvação e pala presença do Divino Espírito Santo, para que eles vivam em conformidade com o que experimentaram junto ao Senhor e partem em missão. Eles são enviados para anunciarem Jesus Cristo e para praticarem a caridade. Isso porque a fidelidade aos mandamentos é o grande sinal do amor que o discípulo-missionário tem pelo Mestre. O mandamento novo do amor se concretiza na caridade, na ajuda aos mais necessitados, conforme nos exorta a oração da coleta deste domingo: "dai-nos celebrar com fervor estes dias de júbilo em honra do Cristo ressuscitado, para que nossa vida corresponda sempre aos mistérios que recordamos".

Uma pergunta deve ser feita a todo o batizado nesta semana: como tem sido a sua fidelidade ao Senhor Ressuscitado. Só é fiel quem cumpre o mandamento dos mandamentos: "Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo". Amar por completo, não da maneira que muitos fariseus fazem. O pior fariseu é o hipócrita que se traveste de santinho, de muitas vezes doentinho, mais por dentro é um perverso, é um verdadeiro demônio.

O testemunho é fundamental quando ele é coerente no que se aparenta para os outros e no que se vive. Não há maledicência maior do que pessoas que vivem sorrindo aos irmãos e, por trás, demonstram o que sempre foram: anjos decaídos do mal. O testemunho daqueles que, no Senhor Ressuscitado, se amam, deve sempre se transformar em missão, na prática da caridade, no anúncio do Evangelho, na vitória contra o egoísmo e a perversidade.

Rezemos, para que à luz do Divino Espírito Santo, surjam missionários dispostos a largar as suas terras e dedicar a sua existência ao anúncio da Boa-Nova.

No nosso cotidiano somos convidados a anunciar e viver a caridade, que é o resultado prático do amor a todos, particularmente àqueles que nos incomodam ou são mais inteligentes do que nós. Vamos nos alegrar com quem sabe colocar os seus dons em favor da comunidade sem nada querer em troca.
Peçamos, com fé, as luzes necessárias do Divino Espírito Santo.

E é pecado?

Existem dois critérios para saber quando um ato é pecaminoso: a lei da consciência e a lei eterna.

A nossa razão possui, dentro dela mesma, uma série de critérios que nos mostram quando um ato é bom e quando ele é mau. Estes critérios recebem o nome de Lei natural. Todos os homens nascem com a Lei natural no coração. Esta lei natural será embelezada, aprimorada, desenvolvida pela reta educação, pelo catecismo verdadeiro, pela vida de família que recebemos dos nossos pais e mestres. Com isso, formamos nossa consciência para que ela possa sempre agir segundo a reta razão, segundo a consciência reta. Esta é a lei da consciência que nos leva a reagir prontamente sempre que vemos algo de errado, mesmo se não sabemos muito bem em quê consiste o erro. É essa mesma lei da consciência que nós consultamos quando fazemos nosso exame de consciência, antes da confissão: o que foi que eu fiz de errado, quais são os meus pecados?

Mas essa lei natural, da consciência, não basta como critério do certo e do errado. É preciso que possamos comparar nossa razão e a educação que recebemos com um modelo, e que este modelo nos dê total confiança, que possamos saber com certeza que não pode haver erro.

Mas será que nossos pais, nossos mestres, são tão bons que possamos confiar cegamente neles? É claro que devemos confiar muito neles, mas só Deus pode nos dar uma confiança total.

Por isso, a regra máxima do ato humano é a Lei Eterna, a Lei de Deus, não como ela se encontra na nossa consciência, mas como ela existe no próprio Deus.

A nossa consciência só poderá ser critério de bem e de mal na medida em que ela corresponder à Lei Divina. Se ela contrariar a Lei de Deus, evidentemente nossa consciência estará errada e o ato será mau.

Vemos então que todo pecado é um ato desordenado, ou seja, que contraria uma ordem, uma regra, uma lei. Vemos também como as regras que aprendemos em casa, no catecismo, na escola (na boa escola), não foram inventadas pelos homens só para nos aborrecer: elas vêm de Deus, por isso elas são santas, sagradas e devem ser respeitadas sempre. Quando confiamos em nossos pais, em nossos mestres ou nos padres, é porque sabemos que eles nos ensinam o que vem de Deus, para o nosso bem e para o bem de todos.

"Divisões" do pecado:

- Por pensamento. Por palavras. Por atos.

Podemos dividir os atos pecaminosos de várias maneiras:

Espirituais – pecados cometidos interiormente, no pensamento, por um sentimento ou um desejo.

Carnais – pecados cometidos com a participação do corpo, como os que são provocados pela gula ou pela luxúria.

Contra Deus – são os mais graves porque são feitos diretamente contra Deus (blasfêmia, heresia, etc.).

Contra si mesmo – quando ferimos a regra da consciência certa. Fazemos algo que nós mesmos reprovamos.

Contra o próximo – como vivemos em sociedade, muitas vezes ofendemos ao próximo no nosso relacionamento com as outras pessoas.

Essas divisões são apenas alguns detalhes de como devemos considerar os pecados, analisando nossos atos e nos arrependendo do que é mau. No fundo, o que conta é que tenhamos uma vontade firme de nunca ofender a Deus, de amá-Lo com tanto fervor que nunca aceitemos a morte da alma, como também não desejamos a morte do corpo.

A dica é: todos os dias devemos pedir ao nosso bom Anjo da Guarda que nos proteja e nos aconselhe, para que na hora da tentação, daquele combate terrível que se passa no nosso coração, que saibamos reagir e vencer, com Nosso Senhor e sua Mãe Santíssima. E, todos os dias devemos repetir com São Domingos Sávio: "antes morrer que pecar".

Dom Lourenço, OSB

Acaso Cristo está dividido?

A semana que liga a ascensão de Jesus ao céu e o domingo de pentecostes, além de ser semana de novena do Espírito Santo, é também a semana onde somos convidados a rezarmos pela unidade dos cristãos.

O princípio norteador é a consciência de que as divisões fragilizam o anúncio do Evangelho. Quando os cristãos se debatem por questões menores, o anúncio de Jesus Cristo vai perdendo força.

É o que já foi mostrado por antigos impérios, que dominavam os vizinhos à base de intrigas e desavenças semeadas entre o povo. O próprio Jesus Cristo afirmou a importância de acolher os diferentes, dizendo que "todo o reino dividido acaba por perecer" (Mt 12,25).

Em 2014, o tema que motiva a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos vem do texto de 1 Cor 1,1-17, onde Paulo pede aos cristãos que se mantenham "de acordo uns com os outros, para que não haja divisões". Diante das discussões surgidas entre os cristãos, onde uns afirmavam serem discípulos de Apolo, outros de Pedro e outros de Cristo, Paulo questiona: "Será que Cristo está dividido? Será que Paulo foi crucificado em favor de vocês? Ou será que vocês foram batizados em nome de Paulo?"

A divisão é um dos maiores contra testemunhos das Igrejas. É por isso que o ecumenismo e o diálogo entre as religiões ganha sempre mais importância no mundo atual. O exemplo nos vem dos últimos papas da Igreja Católica, que não mediram esforços para unir as lideranças das variadas igrejas em preces conjuntas.

Não queremos a uniformidade e nem a unicidade. O que queremos, sim, é a unidade na diversidade. Que as riquezas específicas de cada uma das igrejas cristãs contribuam para tornar o anúncio de Jesus Cristo mais atraente para os homens e as mulheres do mundo atual e que as variadas formas de celebrar a mesma fé cristã ajudem as pessoas a se aproximarem de Jesus Cristo.

Para podermos crescer na unidade, apesar das nossas diferenças, é importante conhecermos o que é específico da nossa Igreja. Muitas vezes ouvimos pessoas dizerem que "é tudo a mesma coisa", ou, que "tanto faz ser de uma ou de outra Igreja". Não é assim que nós entendemos o ecumenismo. Para a Igreja Católica, o ecumenismo se constrói a partir da clareza que temos sobre as diferenças que existem entre nós. É a partir do respeito às diferenças que dialogamos, rezamos e buscamos ações conjuntas. Aliás, é da essência do diálogo o confronto com as diferenças. Onde há pleno acordo sobre todos os assuntos, o diálogo se torna inútil.

Convido, pois, o povo das comunidades católicas a intensificar a oração pela unidade dos cristãos na semana que antecede ao domingo de Pentecostes. Onde houver possibilidade, vamos nos unir aos cristãos de outras Igrejas para juntos rezarmos e aprofundarmos a Palavra de Deus. Unindo as vozes e os corações das várias Igrejas numa única e grande prece, estaremos negando a divisão de Cristo e afirmando a unidade das Igrejas Cristãs.

Que o Espírito Santo nos motive ao entendimento e reforce nossos laços de unidade.

Dom Canísio Klaus
Bispo de Santa Cruz (RS)

Audiência: A paz se faz artesanalmente! Não há indústrias de paz



FranciscoTierraSanta_ACIPrensa_1O site Zenit.org publicou na íntegra as palavras do Santo Padre em sua Audiência geral desta quarta-feira (28), a qual foi dedicada para falar de sua recente viagem à Terra Santa. Segue o texto:
Queridos irmãos e irmãs, bom dia!
Nos dias passados, como vocês sabem, fiz uma peregrinação à Terra Santa. Foi um grande dom para a Igreja e dou graças a Deus por isso. Ele me guiou naquela Terra abençoada, que viu a presença histórica de Jesus e onde se verificaram eventos fundamentais para o judaísmo, o cristianismo e o islã. Desejo renovar a minha cordial gratidão a Sua Beatitude o Patriarca Fouad Twal, aos bispos dos vários ritos, aos sacerdotes, aos franciscanos da Custódia da Terra Santa. Estes franciscanos são bravos! O seu trabalho é belíssimo, aquilo que eles fazem! O meu grato pensamento vai também às autoridades jordanianas, israelenses e palestinas, que me acolheram com tanta cortesia, diria também com amizade, bem como a todos aqueles que cooperaram para a realização da visita.
1. O escopo principal desta peregrinação foi comemorar o 50º aniversário do histórico encontro entre o Papa Paulo VI e o Patriarca Atenágoras. Aquela foi a primeira vez em que um Sucessor de Pedro visitou a Terra Santa: Paulo VI inaugurava assim, durante o Concílio Vaticano II, as viagens fora da Itália dos Papas na época contemporânea. Aquele gesto profético do Bispo de Roma e do Patriarca de Constantinopla colocou uma pedra milenar no caminho sofrido, mas promissor, da unidade de todos os cristãos, que desde então deu passos relevantes. Por isso, o meu encontro com Sua Santidade Bartolomeu, amado irmão em Cristo, representou o momento culminante da visita. Juntos, rezamos no Santo Sepulcro de Jesus, e conosco estavam o Patriarca Grego-Ortodoxo de Jerusalém, Theophilos III e o Patriarca Armênio Apostólico Nourthan, além de arcebispos e bispos de diversas igrejas e comunidades, autoridades civis e muitos fiéis. Naquele lugar onde ressoou o anúncio da Ressurreição, sentimos toda a amargura e o sofrimento das divisões que ainda existem entre os discípulos de Cristo; e realmente isso faz tanto mal, mal ao coração. Ainda estamos divididos; e naquele lugar onde ressoou justamente o anúncio da Ressurreição, onde Jesus nos deu a vida, ainda nós estamos um pouco divididos. Mas, sobretudo, naquela celebração repleta de recíproca fraternidade, de estima e de afeto, ouvimos forte a voz do Bom Pastor Ressuscitado que quer fazer de todas as suas ovelhas um único rebanho; sentimos o desejo de sanar as feridas ainda abertas e prosseguir com tenacidade o caminho rumo à plena comunhão. Uma vez mais, como fizeram os Papas precedentes, eu peço perdão por aquilo que fizemos para favorecer esta divisão, e peço ao Espírito Santo que nos ajude a curar as feridas que fizemos aos outros irmãos. Todos somos irmãos em Cristo e com o Patriarca Bartolomeu somos amigos, irmãos, e partilhamos a vontade de caminhar juntos, fazer tudo aquilo que hoje podemos fazer: rezar juntos, trabalhar juntos pelo rebanho de Deus, procurar a paz, proteger a criação, tantas coisas que temos em comum. E como irmãos, devemos seguir adiante.
2. Outro escopo desta peregrinação foi encorajar naquela região o caminho rumo à paz, que é ao mesmo tempo dom de Deus e empenho dos homens. Fiz isso na Jordânia, na Palestina, em Israel. E o fiz sempre como peregrino, em nome de Deus e do homem, levando no coração uma grande compaixão pelos filhos daquela Terra que há muito tempo convivem com a guerra e têm o direito de conhecer finalmente dias de paz!
Por isto, exortei os fiéis cristãos a deixarem-se “ungir” com coração aberto e dócil pelo Espírito Santo, para serem sempre mais capazes de gestos de humildade, de fraternidade e de reconciliação. O Espírito permite assumir estas atitudes na vida cotidiana, com pessoas de diversas culturas e religiões, e assim de se tornar “artífices” da paz. A paz se faz artesanalmente! Não há indústrias de paz, não. Faz-se a cada dia, artesanalmente, e também com o coração aberto para que venha o dom de Deus. Por isto exortei os fiéis cristãos a deixarem-se “ungir”.
Na Jordânia agradeci às autoridades e ao povo pelo seu empenho no acolhimento de numerosos refugiados provenientes das zonas de guerra, um empenho humanitário que merece e requer o apoio constante da Comunidade Internacional. Fiquei impressionado com a generosidade do povo jordaniano em receber os refugiados, tantos que fogem da guerra, naquela região. Que o Senhor abençoe este povo acolhedor, que o abençoe tanto! E nós devemos rezar para que o Senhor abençoe este acolhimento e pedir a todas as instituições para ajudarem este povo neste trabalho de acolhimento que faz. Durante a peregrinação, também em outros lugares encorajei as autoridades interessadas a prosseguir com os esforços para aliviar as tensões na área do Oriente Médio, sobretudo na martirizada Síria, bem como a continuar na busca de uma solução equitativa para o conflito israelense-palestino. Por isto, convidei o presidente de Israel e o presidente da Palestina, todos dois homens de paz e artífices de paz, a virem ao Vaticano para rezarem junto comigo pela paz. E por favor, peço a vocês que não nos deixem sozinhos: vocês, rezem, rezem muito para que o Senhor nos dê a paz, nos dê a paz naquela Terra abençoada! Conto com as vossas orações. Forte, rezem, neste tempo, rezem muito para que venha a paz.
3. Esta peregrinação à Terra Santa foi também a ocasião para confirmar na fé as comunidades cristãs, que sofrem tanto, e exprimir a gratidão de toda a Igreja pela presença dos cristãos naquela região e em todo o Oriente Médio. Estes nossos irmãos são corajosas testemunhas de esperança e de caridade, “sal e luz” aquela Terra. Com suas vidas de fé e de oração e com a apreciada atividade educativa e assistencial, eles trabalham em favor da reconciliação e do perdão, contribuindo para o bem comum da sociedade.
Com esta peregrinação, que foi uma verdadeira graça de Deus, quis levar uma palavra de esperança, mas também a recebi! Eu a recebi de irmãos e irmãs que esperam “contra toda esperança” (Rm 4, 18), através de tantos sofrimentos, como aqueles que fugiram do próprio país por causa dos conflitos; como aqueles tantos que, em diversas partes do mundo, são discriminados e desprezados por causa de sua fé em Cristo. Continuemos a estar próximo a eles! Rezemos por eles e pela paz na Terra Santa e em todo o Oriente Médio. A oração de toda a Igreja apoia também o caminho rumo à plena unidade entre os cristãos, para que o mundo creia no amor de Deus que em Jesus Cristo veio habitar entre nós.
E convido vocês agora a rezarem juntos, a rezarem juntos à Nossa Senhora, Rainha da paz, Rainha da unidade entre os cristãos, a Mãe de todos os cristãos: que ela nos dê a paz, a todo o mundo, e que ela nos acompanhe neste caminho de unidade. [Ave Maria]
(Trad.:Canção Nova)
Fonte: http://www.zenit.org/pt/articles/audiencia-a-paz-se-faz-artesanalmente-nao-ha-industrias-de-paz

Intenções de oração do Santo Padre para o mês de junho



FranciscoRezando_CNA_2O site ACI/EWTN Noticias publicou nesta sexta-feira (30/05/14) as intenções do Papa Francisco para o mês de junho, na qual estão os desempregados e a recuperação das raízes cristãs da Europa.
A intenção universal do apostolado da oração do Santo Padre para o mês de Junho de 2014 é “para que os desempregados consigam o apoio e o trabalho de que necessitam para viver com dignidade”.
Enquanto que a intenção evangelizadora do Papa é “para que a Europa reencontre as suas raízes cristãs através do testemunho de fé dos crentes”.
Fonte:http://www.acidigital.com/noticias/intencoes-do-papa-francisco-para-junho-os-desempregados-e-o-secularismo-na-europa-10700/