quarta-feira, 26 de agosto de 2015

A Força da Moral Católica

A m10-justicaoral católica é a base do comportamento do cristão, segundo a fé que ele professa recebida de Cristo e dos Apóstolos. No Sermão da Montanha Jesus estabeleceu a “Constituição” do Reino de Deus, e em todo o Evangelho nos ensina a viver conforme a vontade de Deus.
Para quem vive pela fé, a moral cristã não é uma cadeia, antes, um caminho de vida plena e de felicidade. Deus não nos teria deixado um Código de Moral se isto não fosse imprescindível para servos felizes. As leis morais podem ser comparadas às setas de trânsito que guiam os motoristas, especialmente em estradas perigosas, de muitas curvas, neblinas e lombadas. Se o motorista as desrespeitar, poderá pagar com a própria vida e com as dos outros.
Mas para crer nisto e viver com alegria a Moral é preciso ter fé; acreditar em Deus e no seu amor por nós; e acreditar na Igreja católica como porta voz de Jesus Cristo. É preciso ser guiado pelo Espírito Santo.
Cristo nos fala pelo Evangelho e pela Igreja. Ele a instituiu sobre Pedro e os Apóstolos para ser a nossa Mãe, guia e mestra. Jesus disse aos Apóstolos: “Quem vos ouve, a Mim ouve; quem vos rejeita, a Mim rejeita; e quem me rejeita, rejeita Aquele que me enviou” (Lc 10,16).
Cristo concedeu à Igreja parte de sua infalibilidade em matéria de doutrina: fé e moral, porque isto é necessário para a nossa salvação, e instituiu a Igreja para nos levar à salvação. Por isso, Cristo não pode deixar que a Igreja erre em coisas essenciais à nossa salvação. O Concílio Vaticano II disse que “a Igreja é o sacramento universal da salvação” (LG,4).
É por Ela que Jesus continua a salvar os homens de todos os tempos e lugares, através dos Sacramentos e da Verdade que ensina. São Paulo disse à S. Timóteo que “a Igreja é a coluna e o fundamento (alicerce) da verdade” (1Tm 3,15) e que “Deus quer que todos se salvem e cheguem ao conhecimento da Verdade” (1Tm2, 4). Essa “verdade que salva” Deus confiou à Igreja para guardar cuidadosamente, e ela faz isto há vinte séculos. Enfrentou muitas heresias e cismas, muitas críticas dos homens e mulheres sem fé, especialmente em nossos dias, mas a Igreja não trai Jesus Cristo.
Cristo está permanentemente na Igreja – “Eis que estou convosco todos os dias até o fim do mundo” (Mt 28,20) – e ela sabe que embora os seus filhos sejam pecadores, ela não pode errar o caminho da salvação e da verdade.
Na última Ceia o Senhor prometeu à Igreja (Cristo e os Apóstolos) no Cenáculo, na última Ceia, que ela conheceria a verdade plena. “Ainda tenho muitas coisas para lhes dizer, mas vocês não estão preparados para ouvir agora; mas quando vier o Espírito Santo, ensinar-vos-á toda a verdade” (Jo 16,12-13).
Ao longo dos vinte séculos o Espírito Santo foi ensinando à Igreja esta verdade, através dos santos, dos papas, dos Santos Padres…
Se Cristo não concedesse à Igreja a infalibilidade em termos de doutrina (fé e moral) de nada valeria ter-lhe confiado o Evangelho, pois os homens o interpretam de muitas maneiras diferentes, e criaram muitas outras “igrejas”, sem o Seu consentimento, para aplicarem a verdade conforme o “seu” entendimento, e não conforme o entendimento da Igreja deixada por Cristo. A multiplicação das milhares de igrejas cristãs e de seitas, é a conseqüência do esfacelamento da única Verdade que Jesus confiou ao Sagrado Magistério da Igreja (Papa e Bispos em comunhão com ele) para guardar e ensinar a todos os povos.
Além de confiar à Igreja a Verdade eterna, Cristo lhe garantiu a Vitória contra todos os seus inimigos. Disse a Pedro: “As portas do inferno jamais a vencerão” (Mt 16,17).
Já se passaram vinte séculos, inúmeras perseguições (império romano, nazismo, comunismo, fascismo, ateísmo,… ) e a Igreja continua mais firme e forte do que nunca. Quanto mais é perseguida, mais corajosa se torna, quanto mais apanha, tanto mais se fortalece; quanto mais é caluniada, mais sábia se torna.
Tertuliano de Cartago (†220), um dos apologetas da Igreja, escreveu ao imperador romano da época, Antonino Pio, que perseguia os cristãos, dizendo que não adiantava persegui-los e matá-los, porque “o sangue dos mártires é semente de novos cristãos”.
O império romano desabou, o comunismo sucumbiu, o nazismo acabou… mas a Igreja continua mais firme do que nunca. Nenhum chefe de Estado têm tantos embaixadores (Núncios Apostólicos) em outros países como o Vaticano; são cerca de 180.
O mundo chama hoje a Igreja Católica de obscurantista, retrógrada, etc, por ela ser fiel a Jesus; mas ela não se curva diante do pecado do mundo moderno, da mesma forma que não se curvou diante dos carrascos dos seus mártires.
A Igreja não busca a glória dos homens, mas somente a glória de Deus, por isso não se intimida e não desanima diante das ameaças dos infiéis. Ainda que ela fique sozinha, não negará a verdade do seu Senhor.
A moral católica não muda ao sabor da vontade dos homens e nem com o passar do tempo, porque a Verdade não muda, seja ela qual for. O teorema de Pitágoras e o princípio do empuxo, de Arquimedes, são os mesmos que esses gregos descobriram vários séculos antes de Cristo. A verdade que foi revogada, nunca foi verdade; pois a verdade de fato não pode mudar. Cristo não nos deixou uma moral transitória, passageira, provisória; não, Ele nos deixou uma Verdade eterna. Ele mesmo é a Verdade.
As questões morais não dependem da “opinião da maioria” e nem se altera com os “avanços” científicos. A moral é que deve dizer quais descobertas da Ciência são válidas para o progresso do homem, e não o contrário. Uma lei moral não se torna lícita só porque é aprovada pelo Governo ou pelo Parlamento.amoralcatolica
Muitas vezes a confusão moral e os erros são cometidos por causa de uma incompreensão insuficiente dessas questões. A Igreja, de sua parte, examina com profundidade as questões morais, olhando não apenas o conforto do homem, mas, principalmente a sua dignidade humana.
Diante das leis que não estão de acordo com a Moral católica, os fiéis precisam se manifestar com viva voz; porque se ficarmos calados e submissos, em breve poderemos ter em nosso país muitas leis imorais. O Papa Leão XIII disse que a audácia dos maus se alimenta da covardia e omissão dos bons. Não podemos mais viver um catolicismo de sacristia; a maioria do povo brasileiro é católica (cerca de 73%) e tem direito de viver em um país com leis católicas; mas isto só acontecerá se fizermos isto acontecer. Jesus já tinha avisado que “os filhos das trevas são mais espertos que os filhos da luz”.
Prof. Felipe Aquino

Como fazer um bom exame de consciência?


homem-sentado-na-praia“Para estar com Deus” é preciso caminhar na sua graça. Isso exige de nós paciência, confiança e perseverança.
Confira alguma dicas para repensar sua vida todos os dias:
Vigiar e orar
Você se lembra de que, no Horto das Oliveiras, Jesus fez um intervalo na sua oração, foi ver se os Apóstolos o acompanhavam e os achou dormindo. Com pena, disse a Pedro: Não pudeste vigiar uma hora comigo? E a todos: Vigiai e orai, para não entrardes em tentação (Mt 26,40-41)?
Uma das melhores maneiras de “vigiar”, como Jesus nos pede, é fazer todos os dias o exame de consciência: um balanço do nosso dia diante de Deus, cheio de sinceridade, que se pode resumir nas três perguntas que São Josemaria às vezes aconselhava: “O que fiz bem? O que fiz mal? O que poderia fazer melhor amanhã?”
Talvez você me diga: “Eu já tentei fazer esse exame, mas é complicado. Não sei por onde começar e, além disso, à noite estou cansado e não consigo pensar”.
Tem razão. Não é fácil. Por isso, talvez possam ajuda-lo algumas sugestões práticas. Vamos ver.
Algumas sugestões
Para começar, três ideias claras:
Primeira: o exame deve ser simples e breve (podem bastar três ou quatro minutos), nunca complicado.
Segunda: o exame será bom se nos ajudar a enxergar algumas falhas daquele dia e a pedir perdão a Deus por elas, e a ver também como perseveramos nas resoluções boas.
Terceira: o exame será completo se terminar com alguma resolução, muito prática, de melhorarmos em algum ponto no dia seguinte (por exemplo, sermos mais pontuais no trabalho, ou falar mais com a família).
É importante ter em conta que – embora seja aconselhável – não é “obrigatório” fazer o exame à noite, à última hora do dia, se estamos caindo de sono. Convém fazê-lo num momento em que a cabeça esteja ainda lúcida: por exemplo, antes do jantar, em lugar isolado (e antes de mergulhar na tv!); ou antes de nos deitarmos, mas estando ainda em pé, sentados numa poltrona; ou no local de trabalho, concentrando-nos um momento antes de encerrar o expediente; ou até mesmo no início do dia seguinte, fazendo – junto com as orações da manhã -, um breve balanço do dia anterior. Cada qual tem que achar o seu “bom momento” para o exame.
Deve-se evitar fazer o exame na cama, já deitado. Esse mesmo conselho – lembra? – dávamos ao falar da oração mental. Quem tiver suficiente autocontrole da sonolência ou padecer de falta de sono, pode-se arriscar a ler, a orar mentalmente, a rezar o terço, a fazer o exame na cama… Mas não se engane. Você já se conhece. Se tiver o cochilo fácil, sabe muito bem o que acontecerá: vai adormecer sem fazer nada.
Leia também: Exame de Consciência
Sacramentos: Exame de Consciência – Parte 1
Sacramentos: Exame de Consciência – Parte 2
Ainda uma sugestão dirigida às pessoas que quiserem fazer o exame com o máximo proveito: não faça o exame sem ter à mão uma agenda (ou um caderninho) e a caneta. Daqui a pouco veremos o que é bom anotar (e desculpe as repetidas recomendações que faço sobre a agenda; não é mania, é experiência).
Em que assuntos nos convém pensar?
Antes de responder a essa pergunta, quero deixar muito clara uma ideia: não pretendo aconselhar nenhum “método rígido” de exame. É uma matéria em que deve haver muita liberdade e cada qual tem que achar o seu modo de fazer um bom exame. Portanto, tudo o que disser a seguir são apenas sugestões, meras sugestões que têm sido úteis para outras pessoas. Vamos a elas.
Comece pedindo luz ao Espírito Santo, para fazer um bom exame: “Vinde, Espírito Santo!”, “Que eu veja!”.
Pode ser útil, inicialmente, dar uma olhada rápida ao dia, procurando lembrar alguma coisa negativa que cutuque na consciência: “Tive uma briga feia em casa”, “Tive preguiça de cumprir tal dever”, “Deixei-me dominar pela ira naquele momento”, “Abusei da comida ao jantar”, “Falei palavras ofensivas a tal colega”, “Cedi à imoralidade na Internet”… São faltas fáceis de lembrar, sem necessidade de uma análise demorada. Uma vez recordadas, peça sinceramente perdão a Deus: “Senhor Jesus, Filho de Deus, tem piedade de mim, que sou um pecador”. E proponha-se lutar.
Mas é bom não reduzirmos o exame diário a uma espécie de preparação para uma confissão (ainda que o exame diário facilite preparar boas confissões). Muitas vezes, além de nos determos brevemente nas “faltas”, será bom determo-nos um pouco mais nas “coisas boas”.
Concretamente, todos deveríamos ter um pequeno programa das melhoras que desejaríamos alcançar (de preferência listadas na agenda). Por exemplo:
– um plano de vida diário de orações, de recitação do terço, de leituras espirituais, com seus horários previstos;
– duas ou três mortificações (sacrifícios), que nos ajudem a ter, por exemplo, mais ordem, ou a segurar a língua, ou a controlar a gula de chocolate ou de cerveja, etc.
– um pequeno programa de ajuda aos outros, também de ajuda espiritual e apoio moral: “Vou conversar mais com Fulano”, “Procurarei ajudar essa outra pessoa nisso ou naquilo”…
Se revisarmos diariamente essas listas, veremos os pontos positivos que houve e aqueles em que estivpara_estar_menoremos mais falhos, e poderemos então fazer um ou dois propósitos de luta para o dia seguinte. O ideal seria abrir uma folha na agenda, ou uma página no computador, para nela ir listando esses propósitos. Por exemplo:
– 3 de maio: amanhã, ser mais otimista nos comentários quando estiver à mesa lá em casa, no jantar;
– 4 de maio: amanhã, levantar na hora certa, sem ceder nem cinco minutos à preguiça, e fazer com calma e oração;
– 5 de maio: amanhã, não deixar de dedicar, a tal hora, pelo menos 10 minutos à leitura do Evangelho ou de outro bom livro;
– 6 de maio: amanhã, ligar para esse parente que tem a esposa doente, e marcar uma visita ou, pelo menos, mostrar-lhe que estou interessado e rezando.
Como dizia acima, são apenas algumas sugestões. Veja você qual seria, no seu caso, a melhor maneira de fazer esse breve exame, de modo que o ajude a retificar as falhas e a ir subindo, dia após dia, pela escada do amor e da perfeição cristã.
Padre Francisco Faus
Retirado do livro: Para estar com Deus, Editora Cléofas.

Santa Teresa de Jesus Jornet



santa teresa jornet e ibarsMais uma santa fundadora de um instituto femenino florescente, pequenas irmãs dos anciãos abandonados, que em 1983  possuía 212 casas e 2.750 irmãos. Nasceu Teresa em Aytona, na Catalunha em 9-1-1843. Passou a adolecência na terra natal e em Lérida, completando os estudos em Fraga, onde obteve o diploma de professora. Depois de um tempo dedicado ao ensino, associou-se às terceiras camelitas, reunidas por um seu tio sacerdote. Foi diretora da escola, mas desejando maior perfeição entrou em 1868 para as clarissas, de onde saiu dois anos depois por causa de sua pouca saúde. Voltou para as terceiras camelitas, assumindo de novo a direção da escola. Quando da morte do tio (1872), a instituição esteve a ponto de dissolver-se, e Teresa voltou para cidade natal. No mesmo ano encontrou o Pe.Satumino López Novoa, que tinha fundado uma congregação para a assistência de anciãos pobres e fez parte do 1º grupo de 28 companheiras com as quais se iniciou essa obra. No ano seguinte abriam sua primeira casa em Valência. Em 1874, aprovado o instituto pelo bispo dessa cidade, fez a sua profissão temporária e se fundava outra casa em Saragoza. Em 12 anos se fundaram 47 casas para os velhos pobres. A congregação cresceu e foi aprovada pela Santa Sé. Expandiram-se Cuba e toda a América Latina. Mas tiveram de lutar contra outra congregação religiosa francesa, que queria a fusão com obra de Teresa ou ao menos que sua obra mudasse de nome. Em 1882 chegou-se a um acordo e a obra de Teresa assumiu nome. Com saúde fraca, Teresa morreu ainda jovem em 1897, no dia 26 de agosto. A congregação não se preocupou em mover a causa de beatificação da fundadora, que foi levada a termo por iniciativa da autoridade da Igreja.
Santa Teresa de Jesus Jornet, Rogai por nós!
Outros Santos do mesmo dia: Santo Zeferino, Santo Melquisedec, Seato Alexandre de Bergamo, Santo Bonifácio, Santo Justo, Santo Gunufort, Santa Joana Isabel Bichier de Ages, Beato Ambrósio de Benaguacil, Beato Félix Vivet Trabal, Beato Tiago de Bevagna, Beato Herluino, Beata Maria de Jesus Crucificado, Beata Maria dos Anjos Ginard Mari, Beato João de Caramola.

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Reflexão de hoje - Mt 23, 23-26

Reflexão - Mt 23, 23-26

O Evangelho de hoje é a continuação do de ontem, de modo que a nossa reflexão também é uma continuidade da de ontem. Um dos meios através dos quais tornamos a nossa religião superficial e unilateral é o formalismo religioso, que faz com que sejamos capazes de cumprir até mesmo os menores preceitos, mas tiram da nossa vida o mais importante que são os ensinamentos fundamentais para a nossa vida como a justiça, a misericórdia e a fidelidade. Ser verdadeiramente cristão significa ser capaz de viver os valores do Reino e não simplesmente o cumprimento de rituais e a capacidade de falar coisas bonitas e poéticas a respeito de Deus.

Evangelho de hoje - Mt 23,23-26

Evangelho - Mt 23,23-26

Vós deveríeis praticar isto, sem contudo deixar aquilo.
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 23,23-26
Naquele tempo, disse Jesus:
23Ai de vós, mestres da Lei e fariseus hipócritas!
Vós pagais o dízimo da hortelã, da erva-doce e do cominho,
e deixais de lado os ensinamentos mais importantes da Lei,
como a justiça, a misericórdia e a fidelidade.
Vós deveríeis praticar isto, sem contudo deixar aquilo.
24Guias cegos!
Vós filtrais o mosquito, mas engolis o camelo.
25Aí de vós, mestres da Lei e fariseus hipócritas!
Vós limpais o copo e o prato por fora,
mas, por dentro, estais cheios de roubo e cobiça.
26Fariseu cego!
Limpa primeiro o copo por dentro,
para que também por fora fique limpo.
Palavra da Salvação.

Salmo - Sl 138 (139),1-3. 4-6 (R. 1)

Salmo - Sl 138 (139),1-3. 4-6 (R. 1)

R. Senhor, vós me sondais e conheceis.

1Senhor, vós me sondais e conheceis, *
2sabeis quando me sento ou me levanto;
de longe penetrais meus pensamentos, +
3percebeis quando me deito e quando eu ando, *
os meus caminhos vos são todos conhecidos.R.

4A palavra nem chegou à minha língua, *
e já, Senhor, a conheceis inteiramente.
5Por detrás e pela frente me envolveis; *
pusestes sobre mim a vossa mão.
6Esta Verdade é por demais maravilhosa, *
é tão sublime que não posso compreendê-la.R.

1ª Leitura - 1Ts 2,1-8

1ª Leitura - 1Ts 2,1-8

Desejávamos dar-vos não somente o evangelho de Deus,
mas até, a própria vida.
Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Tessalonicenses 2,1-8
1Bem sabeis, irmãos,
que nossa vinda até vós não foi em vão.
2Apesar de maltratados e ultrajados em Filipos,
como sabeis, encontramos em Deus a coragem
de vos anunciar o evangelho, em meio a grandes lutas.
3A nossa exortação não se baseia no erro,
na ambigüidade ou no desejo de enganar.
4Ao contrário, uma vez que Deus
nos achou dignos para que nos confiasse o evangelho,
falamos não para agradar aos homens, mas a Deus,
que examina os nossos corações.
5Bem sabeis que nunca usamos palavras de adulação,
nem procedemos movidos por disfarçada ganância.
Deus é testemunha disso.
6E também não procuramos elogios humanos,
nem da parte de vós, nem de outros,
7embora pudéssemos fazer valer
a nossa autoridade de apóstolos de Cristo.
Foi com muita ternura que nos apresentamos a vós,
como uma mãe que acalenta os seus filhinhos.
8Tanto bem vos queríamos,
que desejávamos dar-vos não somente o evangelho de Deus,
mas até, a própria vida;
a tal ponto chegou a nossa afeição por vós.
Palavra do Senhor.